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"Violência Urbana e Segurança" encerra ciclo de Palestras Viva o Centro
Uma série de dicas para as pessoas se prevenirem contra possíveis delitos de criminosos foi a contribuição do professor Carlos Alberto Caruso ao falar sobre "Violência Urbana e Segurança?, nesta terça-feira (4/9), encerrando o ciclo de Palestras Viva o Centro, em parceria com a Universidade Anhembi Morumbi. De junho a setembro foram realizadas seis palestras voltadas à cidade de São Paulo em seu aspecto histórico, geográfico, ambiental, do patrimônio histórico e da segurança pública
Baseado em dados do Ministério da Justiça de 2003, o professor Caruso mostrou que apesar de o noticiário jornalístico apontar que São Paulo é a cidade mais violenta do Brasil, a realidade é diferente. ?Brasília perde em todos os quesitos de criminalidade e violência para São Paulo.? Ele disse que os criminosos precisam de técnica, motivação e oportunidade para causar problemas. ?Temos que nos prevenir para não dar facilitar aos bandidos.?
Nas grandes cidades, segundo Caruso, os principais crimes cometidos são os mesmos e com características semelhantes: assalto a transeuntes (rápido aproveitando a distração das pessoas); assalto a estabelecimentos comerciais (alvo determinado e estudado); assalto a bancos (em grupo, curta duração, estudo aprofundado, plano de fuga e informações de algum funcionário); seqüestros relâmpagos (oportunista e sem planejamento) e extorsão mediante seqüestro (valor alto, estudo da vítima e necessidade de cativeiro).
O professor explicou que para uma pessoa cometer um crime são necessárias três coisas: motivação do indivíduo, técnica para fazê-lo corretamente e oportunidade para executar o que se pretende. Com isso, a única coisa que o cidadão comum pode influenciar, segundo Caruso, é na oportunidade. ?Devemos nos prevenir para não sermos surpreendidos por ações criminosas.?
Para Caruso, qualquer pessoa pode viver bem, mas precavido, sem correr riscos. Para isso, ele deu uma série de dicas de como se portar em diferentes situações:
Falso seqüestro - ?Normalmente os criminosos ligam a cobrar dizendo que estão com parentes de pessoas próximas suas. Eles querem que você faça depósitos bancários ou compre créditos de celular. Neste caso, não fique em pânico e nem faça o que eles querem. O ideal é manter a calma e tentar localizar a pessoa que eles dizem estar seqüestrando. Não tenha medo de desligar o telefone. Combine com a família uma senha para uma situação de seqüestro real e, se possível, compre um identificador de chamadas.?
Não dê dica a bandidos ? ?As pessoas costumam identificar a família inteira na secretária eletrônica e isso ajuda os criminosos a terem as primeiras informações. Não seja ingênuo também em deixar bilhetes como ?A chave está debaixo do tapete?. Não dá para saber quem vai ler o bilhete primeiro.?
Cuidado na agência bancária ? ?Não chame a atenção quando retirar dinheiro no banco. Evite mostrar jóias ou relógios caros. Não coloque na agenda de seu celular palavras como ?pai?, ?mãe? e ?filho?, pois se este for roubado, sua família corre riscos de ser coagida. Não saque dinheiro em agências isoladas a noite.?
No carro ? ?Não entregue as chaves de seu automóvel a estranhos em estacionamentos. Quando estiver chegando próximo ao carro sempre esteja com as chaves na mão, para não ficar parado procurando e dando a oportunidade de se aproximar um criminoso. Mantenha portas e vidros trancados. Reduza a velocidade quando se aproximar de faróis vermelhos ou amarelados, para não deixar o automóvel parado.?
Em caso de seqüestro real ? ?Não faça movimentos bruscos para não confundir os bandidos. Procure avisar quando vai se mexer, pois do contrário eles podem se sentir ameaçados e atirar. Não discuta com criminosos. E uma dica fundamental: memorize os detalhes do bandido para uma possível descrição ou reconhecimento, pensando em um futuro processo.?
O ciclo de Palestras Viva o Centro foi sempre ministrado pelos professores da Anhembi Morumbi e sempre voltado para os dirigentes das Ações Locais e estudantes de Turismo.
A Anhembi Morumbi é uma instituição patrocinadora da Associação Viva o Centro e tem contribuído com o processo de requalificação do Centro de São Paulo.
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