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Sacolão de 4 metros de altura, no Largo São Bento, alerta para o fim da sacolinha no comércio

17/01/12

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Sacolão de 4 metros de altura, no Largo São Bento, alerta para o fim da sacolinha no comércio

  

Dulce Akemi

Sacolão colorido chama a atenção, no Centro, em contraste com a austera fachada do Mosteiro de São Bento

A partir da quarta (25/1), dia do aniversário de São Paulo, a cidade passa a viver de fato o fim da distribuição de sacos plásticos por algumas das grandes redes de supermercados da cidade, como Pão de Açúcar, Walmart e Carrefour. Com mais de ano em cartaz, a campanha pela adoção de ecobags e outros meios de acondicionar as compras já conseguiu milhões de adeptos, gente disposta a melhorar o meio ambiente.

O projeto do colorido sacolão instalado no Largo São Bento leva a assinatura do artista plástico Eduardo Srur, que já produziu intervenções artístico-ambientais em outros momentos pela cidade.

Em 2007 Srur decorou vários pontos da capital paulista com árvores de Natal feitas com recicláveis. No ano seguinte, distribuiu garrafas pets gigantes pelas margens do Rio Tietê. Em 2011 fez a primeira intervenção em Brasília, jogando 360 bóias na cor laranja em um dos espelhos d'água do edifício do Congresso Nacional.

O sacolão pró-ecobags no Largo São Bento, em pleno Centro de São Paulo, foi confeccionado com retalhos de outdoors pela ONG Projeto Arrastão, assim como os outros dez que a Associação Paulista de Supermercados (Apas) distribuiu por diferentes pontos da cidade, entre eles o Parque Ibirapuera e a Avenida Paulista.

O fim das sacolinhas, produzidas a partir de petróleo, faz parte de protocolos de intenções assinados pela Apas em maio com o Governo do Estado e em dezembro com a Prefeitura.

 

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