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Questões urbanas têm que ter foco na comunidade, recomenda representante da ONU em São Paulo
A diretora da Oficina Regional para América Latina e Caribe (Rolac) do Programa da ONU para os Assentamento Humanos (UN-Habitat), Cecília Martinez Leal, presente na Fecomércio, na semana passada, para o lançamento do Conselho de Desenvolvimento das Cidades, presidido pelo economista Josef Barat, recomendou que se dê atenção aos anseios e necessidades das comunidades para a solução de questões urbanas.
Na ocasião, a entidade assinou um termo de cooperação com a Oficina Regional para América Latina e o Caribe (ROLAC) do Programa das ONU para os Assentamentos Humanos (UN-Habitat) para ações integradas junto aos órgãos competentes que contribuam para a melhoria das condições da cidade de São Paulo e ajudem a impulsionar o desenvolvimento de áreas desassistidas.
No caso do saneamento, área em que o UN Habitat concentra sua agenda em 2008, Cecília ressaltou que, apesar de São Paulo possuir abastecimento de água em 98,6 % de sua área e rede de esgoto em 87,2%, quando analisada por subprefeituras, a cidade apresenta números alarmantes, como os de Parelheiros, onde apenas 17% da população está conectada à rede de esgoto. ?Temos que nos aprofundar nos problemas das comunidades.?
O termo de cooperação entre Fecomercio e UN Habitat tem o objetivo de desenvolver políticas, práticas, procedimentos e disponibilidade de fundos para ações em áreas desassistidas da cidade, levando-se em consideração que somente participação efetiva da sociedade Civil e ações multidisciplinares conseguirão amenizar a problemática urbana. Como agência da ONU para os Assentamentos Humanos, o UN Habitat concentra uma série de estudos sobre os desenvolvimentos das cidades na América Latina e as boas práticas e resultados de cada uma delas. A Fecomercio, por sua vez, por meio de seu Conselho de Desenvolvimento das Cidades, atuará como uma catalisadora de parceiros junto a entidades e empresas.
O presidente do Conselho, Josef Barat, ressaltou a importância da iniciativa. ?Precisamos ter uma visão de longo prazo, refletir sobre as causas dos problemas e como serão resolvidos no futuro, superando as formas tradicionais de pensar a metrópole. Nunca é suficiente pensar a metrópole apenas por um ângulo de visão, por um aspecto. Por mais que pensemos em acessibilidade, mobilidade, urbanismo, sempre estaremos diante de algo de tamanha complexidade que passaria a exigir uma visão multidisciplinar e de longo prazo, dando ênfase às grandes mudanças estruturais no ambiente urbano.?
O evento contou com painéis de debates que iniciaram, na agenda do Conselho, uma discussão sobre os problemas que atingem a metrópole e as soluções viáveis para os mesmos. A discussão contou com especialistas nas questões sociais e urbanas, como o ex-ministro da Saúde, Adib Jatene, Danilo Santos de Miranda, diretor regional do Sesco-SP, o urbanista Cândido Malta e o economista Miguel Matteo.
A Fecomércio é uma das entidades filiadas à Asssociação Viva o Centro.
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