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Procura pelo autor do painel do Brasilar ganhou as ruas
A campanha desencadeada pela Viva o Centro para descobrir a autoria do mural no saguão do bloco residencial do Edifício Brasilar, o nº 70 da Avenida 9 de Julho, junto ao Anhangabaú, ganhou as ruas. Bastou sair no informeOnline Viva o Centro, no site da Associação, para o G1 da Rede Globo, o Diário do Comércio, o Jornal da Tarde e O Estado de S. Paulo colaborarem na busca.
A pintura sofreu muito com as enchentes que inundavam o Vale até anos atrás e precisa de restauro urgente. Edeildes Soares, síndica do prédio e membro da Diretoria da Ação Local Ladeira da Memória, em cuja área de atuação fica o edifício, e o artista plástico Pedro Kastro, um dos moradores, agora têm certeza de que o esforço para recuperar a pintura poderá ter êxito.
Em sua visita ao Brasilar, respondendo a um pedido da Viva o Centro, o curador de arte Fábio Magalhães, ex-presidente da Pinacoteca, do Masp e do Memorial da América Latina, aconselhou pesquisar pela autoria da obra e também por alguma reprodução que possa ajudar a reconstituí-la.
Na Viva o Centro, já chegaram algumas mensagens mostrando interesse de especialistas e pesquisadores em colaborar na busca. A arquiteta e restauradora Cândida Botelho, autora de um livro sobre John Graz, foi uma das primeiras a se manifestar. Ouvida inclusive pelo Jornal da Tarde, ela disse que foi atraída ao prédio por ver semelhança entre o afresco e as obras do artista suíço radicado no Brasil John Graz.
Por sua vez, O Instituto John Graz, entidade guardiã do acervo e da memória do artista, sob a presidência de sua viúva, Annie Graz, também se dispôs a colaborar e mostrou interesse em designar um de seus experts para verificar in loco o painel do Brasilar.
Segundo o diretor do Departamento do Patrimônio Histórico da Secretaria Municipal da Cultural (DPH), arquiteto Walter Pires, as notícias publicadas despertaram a curiosidade de vários pesquisadores e uma espécie de rede foi formada para ajudar. Até agora, no entanto, a autoria permanece uma incógnita. Assim, qualquer informação que possa contribuir para desvendar o mistério será bem-vinda.
Se alguém souber de quem é a obra, quando foi feita e se existe alguma foto da pintura ainda nítida que possa orientar o restauro, e, quem sabe, até conter a assinatura do autor, pode entrar em contato com a Viva o Centro 3556-8999 ou pelo e-mail: avc@vivaocentro.org.br. Toda e qualquer informação que possa ajudar a reavê-la terá utilidade.
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