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Magnata indiano escolhe edifício tombado pelo patrimônio histórico para sede de seu império
Saiu na revista Exame, edição 901 de 12/9/07, em reportagem excelentemente escrita por Gustavo Polini, de Mumbai, Índia: o magnata indiano Ratan Tata, dono de um dos maiores conglomerados industriais do planeta, com 96 empresas espalhadas por 120 países, 246 mil empregados e faturamento de 48 bilhões de dólares, equivalente a 4,8% do PIB de seu país, aposta no patrimônio histórico de sua cidade natal. Veja o que escreve o jornalista de Exame:
?A nova sede corporativa da empresa (Tata Consultancy Services-TCS), instalada em um edifício tombado pelo patrimônio histórico, manteve a fachada antiga do prédio, mas o interior foi totalmente modificado. As mesas dos funcionários são equipadas com computadores de última geração e as paredes são decoradas com obras de artistas indianos. As 300 pessoas que trabalham ali têm à disposição uma sacada com vista para um parque da cidade, onde podem relaxar durante o expediente. Para Tata, voltar àquele prédio é como retornar para casa. ?Cresci aqui neste bairro?, disse ele, emocionado, durante a inauguração. ?Tenho ótimas memórias daqui?.?
Para a Associação Viva o Centro, exemplos como o de Tata também são encontrados no Centro de São Paulo. Vários associados da Viva o Centro como as duas bolsas ? Bovespa e BM&F ? estão instaladas no Centro e em prédios tombados pelo patrimônio histórico, assim como a Companhia Brasileira de Alumínio, do Grupo Votorantim, que ocupa nada menos do que o histórico prédio do Hotel Esplanada, atrás do Teatro Municipal, onde Mário de Andrade e outras personalidades da Semana de Arte Moderna devem ter tomado muitos cafezinhos nas décadas de 1920 e 30. Mas muitas outras empresas poderiam instalar suas sedes no Centro, mantendo fachadas e modernizando os interiores. Responsabilidade cultural é isso.
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