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A vice-presidente da
Ação Local República II, Eliane de Sena Madureira Sales, registrou
insistentes reclamações de moradores do entorno da Praça da
República, um oásis verde no Centro que merece proteção, por
problemas causados pela Virada Cultural. "Todos os anos, após a
realização desse evento, envio e-mails para a Secretaria da Cultura
reclamando em nome da comunidade. Nunca recebi uma resposta da
Secretaria, que se sente muito importante e menospreza a nós, os
moradores", desabafa Eliane. "A cada ano mais me revolta a atitude
dos organizadores da Virada, para os quais a comunidade não conta.
Ninguém é contra a Virada Cultural, mas o programa tem que ser
diferenciado na Praça da República. Por que instalar um palco para
batucada a noite inteira? Alguma atitude vamos tomar para que no
próximo ano eles nos respeitem."
Assim como na Praça da República, os moradores do prédio localizado
na Rua João Adolfo, 27, na área da Ladeira da Memória, também
reclamam. "Houve muitos transtornos na Virada deste ano: o jogo de
luz vindo do palco invadiu as janelas dos apartamentos durante toda
a noite e madrugada; o volume exorbitante do som fez vibrar
janelas, portas e objetos dentro das unidades, sem contar que não
permitiu que dormíssemos um minuto sequer. Há idosos, crianças e
trabalhadores dominicais morando aqui", relata o síndico do prédio,
Paulo Gomes. Revoltados, alguns moradores do condomínio jogaram
objetos pelas janelas, o que motivou até a invasão do edifício por
parte de alguns participantes da Virada. "Foi muito desgastante e
vergonhoso, com presença de policiais", lembra Paulo Gomes. Apesar
de irritados e constrangidos, os moradores da Rua João Adolfo não
querem o fim da Virada Cultural, mas solicitam à Secretaria
Municipal da Cultura que na próxima edição não seja montado palco
para shows no local. E no caso de não ser possível, que se programe
algo menos barulhento e do interesse de famílias, como peças de
teatro ou atrações circenses.