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A Associação Viva o Centro recebeu na manhã desta terça-feira,
dia 5, uma palestra sobre o projeto Bike Sampa, realizado pela
parceria entre Prefeitura Municipal de Sâo Paulo, CET, Itaú e
Serttel. O intuito do encontro foi explicar à comunidade da região
central como funciona o Bike Sampa e qual o seu impacto no
Centro.
Ronaldo Tonobohn, superintendente de Planejamento da CET, começou por explanar que há duas barreiras para a instalação das estações (ou bicicletários) no Centro. "Na região central nós temos dois grandes obstáculos a vencer: a questão do patrimônio histórico, já que tem uma quantidade muito grande de bens tombados, temos que adaptar todo o projeto e obter a aprovação do DPH e Conpresp, e a questão técnica. As estações são autônomas, funcionam energia solar. Às vezes, o local que seria ideal tem uma limitação do ponto de vista da insolação, pois a estação precisa de receber algumas horas de sol por dia para funcionar", disse Ronaldo Tonobohn.

Em seguida, Luciana Nicola, superintendente de Relações
Governamentais e Institucionais do Itaú, apresentou os detalhes do
projeto Bike Sampa. A iniciativa existe desde julho de 2012 e conta
até ao momento com 121 estações e 1.210 bicicletas nas Zonas Oeste,
Sul e Centro. No total, há 194 mil usuários cadastrados. A meta do
projeto é ter 300 estações e 3.000 bicicletas.
Para utilizar as bicicletas, basta fazer um rápido cadastro no
sistema do Bike Sampa. Depois disso, poderá desbloquear as
bicicletas usando um aplicativo para o celular ou o Bilhete Único.
Pelo aplicativo, é possível verificar onde estão situadas as
estações do Bike Sampa e quantas bicicletas estão disponíveis em
cada uma delas. Após usar a bicicleta, esta poderá ser devolvida na
estação mais próxima.
Por fim, participantes das Ações Locais e demais pessoas presentes na palestra também expuseram suas opiniões e tiraram dúvidas com os responsáveis pelo Bike Sampa, CET e do Itaú.