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Anelli, na Viva o Centro, fala de mobilidade
Por Lui Carolina Tanaka
Na segunda-feira (02/07), cerca de 50 pessoas compareceram ao auditório da Associação Viva o Centro para a palestra ?As redes de Mobilidade Urbana e as Transformações no Centro?, ministrada pelo Prof. Dr. da Universidade de São Paulo, Renato Anelli, que coordena a linha de pesquisa ?Redes de Infra-Estrutura Urbana como Estratégia Urbanística? no campus de São Carlos.
Com experiência na gestão pública e grande cabedal acadêmico, Anelli fez um exposição sobre a pesquisa que desenvolve há dois anos e que, de certo modo, consolida trabalhos precedentes. Por meio de uma perspectiva histórica, o palestrante mostrou o desenvolvimento das redes de mobilidade, desde a fundação da cidade, há mais de 450 anos, até os dias atuais.
Anelli destacou o crescimento acelerado de São Paulo e as principais investidas e planos para dar conta dos deslocamentos na cidade, que logo ganhou dimensões de metrópole. Da São Paulo dos Bondes a São Paulo dos Metrôs, Anelli destacou os benefícios e os desastres gerados pelos modelos implantados nos anos 40, 50 e 60.
Sem dúvida alguma, o Centro é o local que mais recebeu investimentos em infra-estrutura e hoje, representa a área mais servida pela rede de transportes com sete estações de metrô, três estações ferroviárias, três terminais de ônibus e calçadões que permitem a conexão dos diferentes modais que compõem a rede.
Ao lado destes pontos positivos, Anelli também destacou os impactos negativos destas obras estruturais, iniciadas nos anos 40 ? ?a partir daí, pode-se rasgar o espaço público com obras viárias, sem se preocupar com o paisagismo e com a ocupação do espaço público?, referindo-se à construção do primeiro viaduto sobre o Parque D. Pedro II.
Vale destacar que hoje, o Parque D. Pedro II é cortado por cinco viadutos e ao lado do Minhocão representa o ônus deixado por estes modelos de estruturação urbana que predominaram em São Paulo.
Clique aqui para baixar os slides apresentados na palestra em formato pdf.
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